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quarta-feira, 2 de julho de 2008

É a hora de abandonar navio?



Será que chegou a hora de abandonar o navio? Será que a Bovespa está fadada ao desequilíbrio financeiro? Por que ela está somente em queda nos últimos dias? Todas as respostas para essas perguntas são muito relativas e incertas, a única coisa que podemos prever é a oportunidade que se abriu para aqueles que estavam esperando o momento certo e oportuno para entrar no jogo de risco de investimentos em renda variável. Diversos especialistas dizem que não é hora de entrar na bolsa, mas eu pergunto, as ações com potencial de valorização de quase 100%, como Vale, Petro, Lame, CSN, Usiminas, Bov, Bm&f, e entre outros estão praticamente esbarrando no suporte de fundo, e não está um pouco fora da realidade? Possa ser até que venha a cair um pouco mais, porém se os últimos gráficos forem observados cuidadosamente, perceberemos que acabamos de formar a cabeça de um possível ombro-cabeça-ombro invertido sugerindo alta. E os dados não nos deixam mentir, apesar das dificuldades enfrentadas pelos EUA, a recessão já é fato morto sem quaisquer probabilidades de ocorrer. Enquanto o medo dominar os investidores, o cenário que estamos presenciando deve-se manter por um curto período de tempo, em seguida, a Bovespa decolará mais rápido que um foguete. Quem está no Barco, por favor saia, pois eu quero entrar, e quem saiu não pode chorar depois, pois sabe muito bem que a valorização é iminente e certa no longo prazo (12 meses). Claro que quanto mais investidores entrarem no barco mais rápida valorização se torna. E a certeza dela é inegável por qualquer agência de risco. Se você tem a intenção de investir na bovespa, a hora é agora, de recuperar o barco e traçar o seu próprio rumo.


www.blogdoeloy.rg3.net

quinta-feira, 27 de março de 2008

Análise Contemporânea x Análise Futura


Projetando nossas vidas financeiramente deparamos-nos com duas situações distintas que dividem as pessoas na preferência pelo rumo que querem dar ao seu dinheiro.

Vivemos o presente ou projetamos o futuro?

Não há como afirmarmos que uma das escolhas é correta e a outra não, pois as pessoas têm objetivos e prioridades diferentes na vida.

A escolha é simples: Vivo bem agora e deixo para pensar no futuro quando este for presente, ou privo-me de algumas comodidades visando aproveitá-las em um futuro próspero?
É, a escolha não é tão simples.

Classificamos estas duas formas de planejamento em análises.

Análise Comtemporânea: Quem é adepto desta análise de vida financeira gasta o dinheiro que ganha, pois acredita que é muito mais importante viver o presente e se dar um momento confortável agora com o que tem, do que se privar de aproveitar aquilo que junta planejando um futuro incerto.

E se o futuro não chegar? Eu trabalhei e economizei para quem?

O analista comtemporâneo não necessariamente gasta tudo o que tem, podendo até mesmo investir uma parte de seu dinheiro, mas não deixa de comprar algo ou viajar em troca de deixar o dinheiro aplicado.
Analisa sua vida financeira baseado no presente e no que é preciso para ter uma vida confortável agora, hoje!

Amanhã é outro dia, e se ele chegar, pensamos nele.

Análise Futura: O adepto da análise futura analisa sua vida financeira pensando muito mais à frente e não no presente.
Este analista não se preocupa em passar dificuldades agora ou deixar de realizar alguma compra ou sonho de momento, pois o que realmente o preocupa é ter um futuro confortável onde ele possa viver com tranqüilidade, podendo assim comprar e realizar seus sonhos sem pêso na consciência.

O adepto da análise futura acredita que deve arriscar baseado na existência de um futuro distante.
Este analista não gasta o que ganha e prefere investir sem se importar de ficar para trás de amigos e familiares no presente sem poder acompanhá-los em viagens ou eventos, pois o que realmente importa para ele é construir sem falhas o alicerce para uma vida confortável no futuro.

Conclusão:

É possível entendermos muito bem os planos e as prioridades de cada analista.
A escolha da análise que seguimos normalmente é automática de acordo com a nossa postura em lidar com o dinheiro, mas à medida que o tempo vai passando, e aprendemos à lidar com nosso lado racional muito mais com que o emocional, podemos optar pelo melhor caminho para vivermos bem, seja seguindo uma análise financeira comtemporânea ou futura, pois o importante é trabalharmos para atingirmos nossos objetivos e sermos felizes!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Vamos às Compras (domésticas)

Chegou a hora de irmos às compras, e como em tudo nessa vida, nesta hora o desperdício também pode ser evitado.
Estudo é fundamental para que consigamos bons resultados, portanto estude.
Chegue a algumas conclusões, assim como nós chegamos e vamos expor aqui para que todos possam usufruir destas dicas. Algumas são bem óbvias, mas realmente existem pessoas que ainda não chegaram à elas, ou não conseguem colocá-las em prática.

Supermercado geralmente têm preços mais baratos que o mini-mercado da esquina.
Procure fazer as compras do mês de uma vez só, assim evitando maiores gastos no mini-mercado da esquina e economizando dinheiro também evitando várias idas ao supermercado.

Se você tem o privilégio de morar próximo a um supermercado, não há mesmo porque efetuar compras em um mini-mercado, que compra uma quantidade menor de produtos que o supermercado, e precisa lucrar mais por unidade vendida.

As chances de grandes promoções envolvendo marcas em um supermercado é muito maior que em um mini-mercado de bairro, onde normalmente não há essas promoções.
Mas também não deixe de ficar atento às "super promoções" dos supermercados, pois normalmente são produzidas com saldo de estoque, sendo assim, muitos destes produtos podem estar próximos do final de sua data de validade.
Vale à pena conferir, às vezes o motivo da promoção também pode ser devido à uma substituição por uma nova linha de produtos da marca, novas embalagens ou rótulos, e assim, devemos comprar, pois não consumimos rótulos novos nem embalagens.

Atente à diversidade de marcas presentes em um supermercado. Você não precisa comprar a marca mais famosa ou o primeiro produto que aparecer a sua frente. Caminhe pelo corredor (caminhar faz bem para a saúde, e neste caso, inclusive para a saúde do seu bolso) e analise os preços um à um.
Muitas redes de supermercado possuem produção própria, que acaba sempre em um produto mais barato que qualquer outra marca, e muitas vezes com uma qualidade superior àquela famosa marca da televisão que possui um preço muito mais salgado. Aproveite a disponibilidade destes produtos de marca própria do supermercado.

Vamos aproveitar esta postagem para lembrarmos o óbvio também: Evite comprar ítens desnecessários.

Antes de seguir à caminho do supermercado, faça um balanço em casa observando o que foi consumido e o que sobrou da última compra, aproveitando também para avaliar a necessidade destes ítens que não foram consumidos desde a compra do mês passado.

Quanto mais próximo você chegar do número necessário de produtos para o seu consumo mensal, maior será a sua economia.
É importante você estudar qual é o tamanho do consumo na sua casa e quais produtos realmente são necessários. Isto pode levar algum tempo, mas no final das contas será uma diferença muito lucrativa.

Sempre é válido avaliarmos diversas formas de economia e os benefícios que podem nos trazer.
O supermercado é um lugar para compra de produtos alimentícios e de limpeza basicamente.
Outros produtos provavelmente estarão mais baratos em seus locais específicos de venda.

Por exemplo, a ração de seu cachorro custará muito mais barato se for comprada em uma loja agropecuária. Muito mais barato que no próprio supermecado, ou mesmo na pet shop.

Você já visitou a CEASA de seu estado?
Lá, as frutas, verduras e legumes, são muito mais baratos que em qualquer outro lugar, mas lógico que cabe uma prévia avaliação do custo-benefício. Avalie o deslocamento, o tempo, e se realmente isto vai resultar em mais economia para você.

Mercados de atacado também são grandes aliados da economia.
Compre os produtos diretamente do fornecedor do mini-mercado da esquina!

O negócio é estudar e avaliar sempre. Coloque tudo no papel, faça o seu balanço e mais uma vez, opte pelo mais barato.

Organize as suas finanças:

O Money Club está desenvolvendo algumas planilhas de controle financeiro. Quem tiver interesse em utilizá-las, e com um auxílio de nossos consultores, mande-nos um e-mail (money.club@hotmail.com) e informe-se como.
Perceberás que com organização você gasta menos, além de ganhar muito mais.

Até mais!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Planejamento Financeiro, Um Hábito Familiar

Planejamento financeiro deve ser hábito. Um hábito familiar.
Um bom planejamento exige paciência, compreensão, disciplina e deve contar com a participação de todos os membros da família.

É muito saudável que os familiares se reúnam para debater a respeito das finanças da família.
É o momento de colocarmos no papel todas as contas e debatermos a respeito do que deve continuar no orçamento e o que deve ser cortado.

Uma decisão que já devemos ter em mente é o destino do dinheiro que sobrará do corte de gastos. Podemos destinar este dinheiro a investimentos, ou mesmo para pagamento de contas, podendo assim, esse planejamento também servir para tirar a família do vermelho.

Provavelmente você encontrará dificuldades em cuidar de suas finanças sem anotações. Sempre ficará uma conta para trás (o que resultará em juros) e você nunca vai saber ao certo suas receitas e despesas.

Um planejamento em família é um bom momento para que todos saibam ao que se destina o dinheiro, sendo um belo aprendizado para todos, pais e filhos.

Liste os ítens de suas despesas dividindo-as em fixas (deve pagar todos os meses), especiais (aniversários, dia dos namorados, dia das mães, dia dos pais...) e emergenciais (gastos hospitalares, medicamentos, consertos...).

O importante é que você reserve no mínimo 5% da sua receita para investimentos. Seu planejamento deve atingir este objetivo.
Se sua receita é composta por mais de um ítem, o ideal é que você reserve 5% de cada.
Exemplo: 5% de salário, 5% de dividendos e 5% de aluguel de algum imóvel. Desta forma, conseguirá 15% de sua receita do mês para investimentos.

Quanto a estes investimentos, não fixe idéia do que fazer com o dinheiro.
O importante é que este dinheiro multiplique-se, para quem sabe um dia, suas despesas todas serem pagas mensalmente por ele, e ainda assim sobrar.
O destino deste dinheiro poupado é promover a sua independência financeira.

Organize suas finanças e projete seus investimentos:

O Money Club está desenvolvendo algumas planilhas de controle financeiro.
Quem tiver interesse em utilizá-las, e com um auxílio de nossos consultores, mande-nos um e-mail (money.club@hotmail.com) e saiba como.
Perceberás que com organização você gasta menos, além de ganhar muito mais.

Até mais!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Economizar 24 Horas por Dia

Você já parou para pensar quantas vezes deixou ou seu troco no bar ou na padaria?
E nas vezes em que trocou as moedas por balas ou chicletes?

Se o seu desejo é enriquecer, você deve parar de mandar seu dinheiro embora como se não o suportasse dentro dos bolsos.
Ninguém enriquece sem economizar, poupar e investir. Você deve ter pleno controle de suas finanças pessoais.
Se você não soubre controlar as suas finanças neste período em que está juntando dinheiro, como vai poder controlar depois quando estiver com o dobro ou o triplo de tudo o que tem?
E acreditas que atingirá este objetivo sem um belo controle financeiro?

Quem quer enriquecer deve seguir a seguinte filosofia: Gastar o menos possível e investir o máximo.

Calma, você não vai chegar à festa de aniversário do seu amigo de mãos vazias (pelo menos não todas as vezes), mas também não vai estourar o seu orçamento para agradar os olhos dos outros convidados, ou mesmo para ter seu ego massageado pelos belos comentários de quem estiver presente.
Diminua o valor material do presente e aumente o valor emocional.
Produza você mesmo um belo cartão em Power Point e envie para o e-mail do aniversariante.
Procure por um presente que traduza que você lembrou da data e não que está com dinheiro caindo dos bolsos.
A importância de um presente não está no tamanho ou valor, acredite.

Busque sempre pela opção mais barata.
Não penses você que é vergonhoso pegar uma calculadora, papel e caneta, antes de tomar alguma decisão financeira. É necessário.

O que custa mais barato:

Sair para comer a pizza ou pedi-la em casa?
Quanto custa?
Vai saciar a minha fome uma só pizza ou um rodízio?
Será que um rodízio fará bem à minha saúde?
Quanto é a tele-entrega?
Quanto gastarei de gasolina até a pizzaria mais perto de minha casa?
Em casa eu não vou gastar com refrigerantes, pois já tenho na geladeira.

Faça todo esse balanço e calcule o quanto irá poupar optando pela opção mais barata.

Ah, para o meu orçamento, o mais barato é comer em casa, mas precisamos sair de casa às vezes, certo? Certíssimo!

Vá a um parque na cidade, sente no gramado, curta um belo dia, sem precisar gastar muito, ou mesmo nada.
Os melhores programas quase sempre são gratuitos e nós não percebemos.
Indo ao parque gastará um pouco de gasolina, mas talvez você possa ir à pé ou de bicicleta.
Faça o seu balanço e economize na ida ao parque também!

Devemos nos acostumar a economizar sempre. É um belo hábito que nos levará mais depressa ao encontro de nosso objetivo: Independência Financeira.

Quer assistir um filme no cinema?
Vá em uma noite durante a semana, leve sua namorada... Em algumas cidades o ingresso durante a semana é metade do valor cobrado nos finais de semana.
Aproveite os dias de semana, ainda sobra dinheiro para a pipoca.

Estamos em tempo de juntar e multiplicar, não de gastar.

Organize suas finanças e projete seus investimentos:

O Money Club está desenvolvendo algumas planilhas de controle financeiro. Quem tiver interesse em utilizá-las, e com um auxílio de nossos consultores, mande-nos um e-mail (money.club@hotmail.com) e saiba como.
Perceberás que com organização você gasta muito menos, além de ganhar muito mais.

Até mais!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

O Valor de uma Grife

Não é novidade que marcas e grifes agregam valores aos produtos, mas se desejas enriquecer não deves aceitar estas condições.

As diferenças de preços são gritantes e muitas vezes entre produtos exatamente iguais, onde o valor maior é atribuído para aquele que carrega consigo o nome de uma marca ou grife famosa.
Isto vale para qualquer categoria de produto. Você sempre vai encontrar algo semelhante e muito mais barato.

Como já mencionamos aqui no Money Club, o brasileiro costuma classificar como rico aquele que têm algo para ostentar e mostrar aos outros, mesmo que seu saldo bancário ande pelo negativo. Normalmente, desde cedo, o brasileiro quer mostrar aos outros que está ganhando dinheiro, mesmo que não estejas ganhando de fato.

Aqui no Brasil as pessoas já aprenderam a entrar na farmácia perguntando pelo genérico do medicamento que procuram. Muito bem! Já estamos dando um belo passo!
É isso que tem de ser feito. Temos que procurar constantemente pelos "genéricos" dos produtos. Procure pelo "genérico" daquela bela calça que vistes na loja de grife, pelo "genérico" do tênis de marca, pelo "genérico" do leite, do pão, da massa, pelo "genérico" do óculos, do perfume, e assim por diante, sempre!

Cabe à você decidir se quer realmente enriquecer ou enquadrar-se na turma daqueles que apenas gostam de ostentar, sem nada ter na verdade.
Deve ser um processo de transição, ninguém muda da noite para o dia, mas comece buscando por adquirir mais da metade dos produtos na categoria "genéricos". Já é um grande passo!

Até mais!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Uma Questão de Cultura

A cultura e os conhecimentos de cada País impedem ou não o enriquecimento de seu povo.
Neste artigo vamos comparar um País pobre (Brasil) com um País rico (EUA), para comprovarmos que enriquecer também é uma questão cultural.

Todos já assistiram a filmes norte-americanos que retratam exatamente como é o dia-à-dia desse povo. Podemos assistir a rotina de uma criança, um jovem, um adulto, um idoso, famílias inteiras e amigos, tudo retratado exatamente como na vida real.
As belas mansões sem cercas, ostentando belos gramados e belos carros na garagem.

Poupar, economizar ou gastar? Esteja certo que a opção "gastar" é a primeira a ser descartada por um norte-amerciano que busque os padrões de vida da "bela mansão com gramado sem cerca".

A cultura brasileira ensina ao seu povo, desde crianças, que devem viver e trabalhar em busca de um objetivo: A casa própria (bem passivo).
Outro bem muito aclamado pelos brasileiros, e de menos dificuldade de alcance que a casa própria, é o carro (bem passivo).
No Brasil, para você comprovar que está em uma boa situação financeira, você deve comprar um carro. Pegue seu primeiro salário e atire-se em meio às parcelas para andar de carro pelas ruas e mostrar que você é candidato à tornar-se mais um "rico brasileiro".

Parece piada, mas a verdade é que o brasileiro, na sua maioria, não procura obter conhecimentos a respeito de economia, finanças e investimentos. A maioria dos brasileiros não procura saber como fazer o dinheiro multiplicar, e simplesmente tem a idéia fixa de que deve trabalhar mês-à-mês para juntar os salários em busca de bens de ostentação. Bens que devem mostrar aos outros o quanto está crescendo em direção à sonhada casa própria. Ah, e já com o carro na garagem.

O brasileiro gasta o seu dinheiro em tudo àquilo que ele possa levar às ruas ou em frente aos olhos de amigos e familiares para demonstrar o seu "crescimento" financeiro, que provavelmente, não passará da casa própria, se um dia chegar até ela. Uma vida de perdas se formos analisar o quanto poderíamos ganhar se tivéssemos investido e lucrado com o dinheiro empacado em bens passivos usados como medalhas e troféis de ostentação.

Imitemos a cultura de um País rico, onde o patriarca da família, dono de belos carros, uma mansão com um gramado sem cerca, uma bela conta bancária e ótimos investimentos, manda o filho para a faculdade e o faz morar nos alojamentos da mesma. E não pensem vocês que o filho do norte-americano rico vai morar na faculdade ou em repúblicas forçadamente. Todos por lá sabem que vão terminar o segundo grau e terão vagas em uma faculdade, onde então deverão abrir mão do conforto de suas casas para dedicação ao estudo e assim iniciarem suas vidas para que um dia possam ter a bela mansão de gramado sem cerca, semelhante à de seus pais.

E a cultura brasileira, como fica?

O brasileiro rico matricula seu filho em uma bela faculdade que o prepare para trabalhar nos negócios da família. Até lá, o filho brasileiro dorme no conforto da casa de seus pais e vai até a faculdade no carro comprado por eles. Se a faculdade for em outra cidade, o filho brasileiro deve morar em um apartamento alugado por seus pais.

Você consegue enxergar as diferenças entre essas culturas? Quem vai ficar rico? O filho brasileiro ou o filho norte-americano?
O filho brasileiro sabe que deve herdar a riqueza do pai e se tranquiliza quanto à isso.
O filho norte-americano sabe que deve construir a sua riqueza para que no momento em que for herdar a riqueza dos pais, tenha conforto em dobro juntando com os seus próprios ganhos.

Mais algumas diferenças culturais:

O jovem brasileiro quer um carro para mostrar que é bem de vida.
O jovem norte-americano anda à pé ou de metrô para cima e para baixo (economiza dinheiro).

O jovem brasileiro aluga um apartamento na cidade da faculdade.
O jovem norte-americano mora na faculdade (economiza dinheiro).

O jovem brasileiro sai da faculdade e quer morar sozinho em um bom apartamento para mostrar que está bem de vida.
O jovem norte-americano sai da faculdade e vai morar em apartamentos minúsculos próximo ao local de trabalho (para poder ir à pé) ou divide moradia com amigos como no seriado Friends. (economiza dinheiro).

A cultura brasileira ensina à gastar para tornar-se rico (fórmula um tanto duvidosa), enquanto a cultura norte-americana ensina à poupar e economizar.
Enriquecer é uma questão de cultura e conhecimento. Cultura que nosso povo não tem ainda, e conhecimento que nosso povo ainda não busca.
Colhemos aquilo que plantamos.

Até o próximo post!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Gasto pequeno não significa gastar pouco

Muitas pessoas não entendem como não sobra dinheiro no final do mês, afinal, não gastamos nada à mais do que já estava previsto no orçamento.
Será? O que aconteceu então? O dinheiro evaporou? Sumiu?

Você pode começar avaliando da seguinte forma:

Quantas garrafas de água você comprou na rua ao invés de ir até o bebedouro público que estava próximo?

Existiram situações em que você comprou mais do que a quantidade desejada porque o comerciante não tinha troco?

Ah, mas a garrafa de água custa apenas R$ 2,00.
Eu estava comprando o equivalente à R$ 4,20, mas como o comerciante não tinha troco, levei o equivalente à R$ 5,00. Não fez diferença alguma, certo?
ERRADÍSSIMO! Sempre vai fazer diferença!

São os gastos pequenos que muitas vezes não permitem que consigamos enxergar o quanto realmente estamos gastando.
Tanto os gastos pequenos, quanto os gastos desnecessários, são os vilões de qualquer orçamento.

Seguem exemplos:

Uma mulher vai à loja para comprar uma calça. No momento de pagar, ela percebe que há na loja uma liquidação de cintos. Na verdade ela não precisa de cintos, mas vai levar assim mesmo, pois jamais conseguiria comprar um cinto naquele valor. Está barato!
Pois é, mas o problema é que ela não precisaria gastar com cintos por um bom tempo, afinal, todos os que têm estão em ótimo estado. Isto é um gasto desnecessário.

Um homem vai até a concessionária e escolhe um carro. Pouco antes de ir embora o vendedor oferece aquele belo jogo de rodas de liga leve, o último toque que falta para seu carro ficar uma verdadeira nave.
Bom, já estou gastando R$ 30.000,00 no carro, se gastar mais R$ 2.000,00 com rodas não vai fazer diferença, não é? Vai fazer diferença sim! Este é mais um exemplo de gasto desnecessário, e considerado pequeno comparado ao valor total do produto.

Portando, acredite, seu dinheiro não some e não evapora. Não há duendes na sua casa roubando as moedas.
São os pequenos gastos e os gastos desnecessários que nos cegam por breves momentos, fazendo assim com que não saibamos no final do mês qual o motivo de não ter sobrado dinheiro como havíamos previsto.
É quanto à isso que devemos tomar cuidado, e à partir de hoje, dar mais valor ao nosso dinheiro do que à um jogo de rodas ou cintos novos.

Até mais!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Investimentos

Investimento não é o mesmo que poupar.
Investimento é tudo aquilo que traz o seu dinheiro de volta, tudo o que gera lucro pode ser considerado um investimento.
CDB's, Fundos de Renda Fixa, Poupança, podem ser considerados investimentos?
Claro!
A Poupança é a forma de investimento mais agradável para aquela pessoa que não quer correr riscos com o seu dinheiro.
Mas fique atento, o menor risco não sé sinal de melhor investimento, pois quanto maior o risco, maior poderá ser o seu lucro.
Por isso deve-se estudar e planejar bem antes de investir, pois se visares grandes lucros e aplicar o seu dinheiro em um investimento de alto risco, sem quaisquer conhecimentos, estará com grandes chances de perdas.
Leve em consideração também que investir é procurar comprar algo barato para depois vender mais caro. E é justamente baseados nesta frase que milhares de investidores participam e investem no mercado de ações através da Bolsa de Valores.
Comprar barato e vender caro pode ser aplicado tanto em produtos, carros, casas, apartamentos, como em ações, sendo que este negócio de ações é o meu favorito!
É um negócio de alto risco, mas como já vimos anteriormente, risco também significa lucros!

No próximo post falaremos um pouco sobre o mercado de ações em uma linguagem bem simples para priorizar o entendimento de todos. Até mais!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Como ganhar dinheiro?

Passivos x Ativos: O dinheiro não deve ser gasto e sim investido sempre. Sabemos que não é possível nos livrarmos dos gastos, mas também sabemos que é possível diminuí-los e mantê-los sempre em uma linha baixa. Gastar pouco é o primeiro passo para que sobre dinheiro no final do mês, e é justamente este dinheiro que deve ser investido.
Devemos procurar sempre transformar o gasto em investimento, ou seja, procurar (quando precisar gastar) gastar em algo que possa trazer de volta o dinheiro investido.

Bens Passivos: É tudo aquilo que não gera dinheiro, e muitas vezes é necessário que gastemos dinheiro para que mantenhamos o bom funcionamento deste bem.
Ex: Carro, casa, apartamento, roupas, etc.

Bens Ativos: É onde você emprega o seu dinheiro. Aqui ele trabalhará para você. Um bem ativo é aquele que traz de volta o seu investimento, ou seja, aquele que pode gerar mais dinheiro do que o investido.
Ex: Investimentos (ações, poupança, fundos, etc.), empreendimento, produtos para revenda, etc.

Como trocar ou tornar um bem passivo em um bem ativo? Vale à pena?

Preste atenção neste exemplo e veja como é sútil a diferença entre empregar o dinheiro à nosso favor ou gastá-lo:

Um casal acaba de casar e juntam suas economias para comprarem um apartamento.
Um belo investimento! Certo?
Bom, eu discordo um pouco...

Neste caso, o dinheiro foi gasto em um bem passivo, onde além de levar seu dinheiro embora, também irá gerar mais gastos (manutenção, impostos, etc.) e com o tempo poderá perder o seu valor.
Um investidor pensa e age de forma diferente, sempre visando preservar o seu dinheiro e multiplicá-lo.
Faça as contas do valor necessário para a entrada do apartamento mais as suas parcelas.
Consulte agora o valor de um aluguel de apartamento. É bem menor, certo?
O primeiro passo que deves dar é alugar um apartamento e não comprá-lo.
Pegue o valor da entrada e/ou parcelas e pague somente o aluguel de seu apartamento, investindo a diferença. Colocando o dinheiro da diferença para trabalhar para você, em breve terás dinheiro suficiente para a entrada de um apartamento e suas parcelas.
Tudo isso sem que você mexa no dinheiro inicial de suas economias, pelo menos, sem mexer em boa parte dele, visto que terás que pagar o aluguel do apartamento atual, assim mesmo, um ótimo negócio!

São diferenças sútis entre gastar e investir, entre tornar um bem passivo em ativo ou deixá-lo queimando o seu dinheiro.

No próximo post falaremos um pouco sobre investimentos. Não deixe de conferir, até mais!

De repente, um prêmio!

Sempre é bom receber prêmios na empresa, aumento de salário, décimo terceiro, ou mesmo um dinheiro que entre à mais no orçamento por um serviço extra que realizamos, etc.
Com esse "up" no orçamento do mês, podemos reformar a casa, comprar um carro, um video-game, uma roupa, ou algo que estamos desejando à muito tempo, afinal de contas, esse dinheiro não faz parte do orçamento, não há problema em gastá-lo, certo? ERRADO!
Muitas pessoas perdem a oportunidade de "fazerem" dinheiro ao empacarem o mesmo em produtos ou bens passivos.

Bens Passivos: É tudo aquilo que não gera dinheiro, e muitas vezes é necessário que gastemos dinheiro para que mantenhamos o bom funcionamento deste bem.

A grande lição é fazer o dinheiro trabalhar para você, e acredite, o dinheiro poder ser o seu melhor empregado.

Exemplo: Com um prêmio de R$ 50.000,00 muitas pessoas comprariam o carro que tanto sonham e estacionam esse dinheiro em um bem passivo, que aos poucos fará você perder boa parte do seu investimento com manutanções, impostos e combustível, sem falar na própria desvalorização do carro com o passar dos anos.
Por outro lado, investindo os mesmos R$ 50.000,00, você estaria colocando este dinheiro para trabalhar para você, e se bem administrado, em pouco tempo os lucros deste investimento estarão dando o seu carro de presente, sem que precises usar o capital inicial do prêmio de R$ 50.000,00.
Esse dinheiro para sempre trabalhará para você!

A Lei do Dinheiro

Gaste menos do que você ganha e invista a diferença!